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Geração XX+XY

waiting

Tendo como opção de resposta “homens” ou “mulheres”, pense nas questões: Quem dirige melhor? Quem cozinha melhor? Quem empreende melhor? Quem gerencia melhor? Querido leitor, espero que você não tenha tentado encontrar a resposta correta para essas perguntas.

O universo feminino e o masculino têm, sim, grandes diferenças, mas estas não devem ser julgadas como melhores ou piores. Precisamos parar de encarar o mundo como uma competição constante entre os descendentes de Adão e as filhas de Eva.

Temos nossas diferenças, claro. Os cromossomos XX nos permitem fazer muitas coisas ao mesmo tempo, enquanto os meninos, que carregam o XY, lidam com os números de olhos fechados.

Mas, na gestão de um negócio, aprendemos a superar essas dificuldades genéticas e treinamos nossos pontos mais fracos e/ou trabalhamos em equipe com o sexo oposto, para dividirmos as demandas que sejam mais fáceis para cada um.

Então, queria propor discutirmos menos o sexo dos anjos, dos empreendedores e dos executivos, entendendo essa discussão como página virada e encarando mulheres e homens como seres complementares.

Por que ainda somos tratadas como minoria, mesmo tendo alcançado o índice de 53% no Global Entrepreneurship Monitor?
Chega de espanto! Em pleno século 21, vamos encarar esses índices com naturalidade?

Não queremos mais ser estatística, já somos uma realidade no mercado.

texto de Fernanda Nudelman Trugilho
originalmente publicado na ResultsON

paywithatweet

Hoje em dia, o valor de ter milhares de pessoas falando sobre sua marca é, muitas vezes, maior do que o dinheiro que efetivamente se ganha.

Pay with a tweet” (”pague com uma tuitada”) é o primeiro sistema de pagamento 100% social, onde as pessoas pagam com o valor de seu networking social.

Por exemplo, você pode baixar um livro “de graça”, mas será obrigado a clicar em um botão que gera um post automático no seu twitter, dizendo que vc baixou tal livro e dando a dica do “Pay with a tweet”.
There’s no free lunch! =)

Mas a ideia é muito boa! Daqui a pouco as grandes marcas vão começar a usar isso como mídia, aí o bicho vai pegar.

Eu traçaria um paralelo, no mundo offline, com a nova tendência das lojas de produtos gratuitos, como o Clube Amostra Grátis ou a Sample Central.

Nós mesmos já estamos pensando em fazer uns testes com os coworkers do Pto de Contato

http://ffffound.com/image/c1bb39dff3b1d66f3bc588f3d39bb49439e927ab

Ser dono de uma pequena empresa sempre significa que você vai gastar parte do seu tempo em projetos que fogem do seu talento.
Enquanto um empreendedor deveria focar em entender os aspectos do seu negócio, ele acaba gastando muito tempo em questões que não fazem parte de seu foco e isso acaba atrapalhando o crescimento da empresa.
Com a formação de uma comunidade de empreendedores com questões similares, estas dificuldades podem ser minimizadas através da colaboração.
Falicitar a colaboração é o futuro do coworking!

Para os ainda não-familiarizados com o conceito, coworking é a junção de vários profissionais e diversos tipos de negócios em um único ambiente.
Ter um escritório próprio não é uma despesa justificável para pequenas empresas ou empresas que estão nascendo. Os espaços de coworking permitem a este tipo de empresa se beneficiar das vantagens de um espaço de trabalho sem precisar arcar com todos os investimentos de uma infraestrutura própria.

Ao agregar negócios com diferentes focos, os espaços de coworking criam comunidades que geram parcerias, seja em projetos coletivos ou simplesmente criando um comunidade com poder de barganha pela força do número de pessoas reunidas por objetivos comuns.

Colaboração
Em uma comunidade de coworking, contadores podem conhecer publicitários para ajudar na divulgação de seus serviços, programadores para construir seus sites e advogados para cuidarem da parte jurídica.
Profissionais podem trocar seu expertise por serviços especializados de outras áreas. Negócios de diversos segmentos podem se juntar, formando pequenos grupos de ajuda e troca de experiências para resolver problemas de cada participante do grupo. Ao invés de contratar empresas ou consultorias para resolução de problemas pontuais, empreendedores podem encontrar ajudas dentro do espaço de coworking.

E, claro, conhecer pessoas do seu segmento é sempre valioso. Além das oportunidades que surgem através do networking, a tendência é de que as comunidades de coworking comecem a selecionar seus membros mais experientes para atuar como mentores dos outros membros de cada área de atuação.

Mobilidade
Uma das razões de as pessoas resistirem a ter um local fixo de trabalho é o desejo de ter sempre a liberdade de ir e vir, sem criar raízes em um escritório. Com a ideia de montar redes de franquias de espaços de coworking, os profissionais poderão trabalhar em espaços de coworking independente da cidade, estado ou país em que estejam.

tradução parcial do texto original
by Joe Raby

Adeus, escritórios!

by Seth Godin

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As fábricas costumavam ser organizadas em linhas retas, porque tinham uma maquinário a vapor que girava um eixo e todas as máquinas tinham que estar alinhadas a este eixo. O escritório tinha que estar ao lado deste prédio, para que a fábrica pudesse ser monitorada facilmente pela gerência.

150 anos depois, por que trabalhar em uma arquitetura de fábrica?

  1. é lá que estão as máquinas
  2. é lá que ficam todas as ferramentas de trabalho
  3. o chefe precisa controlar minha produtividade
  4. tenho reuniões importantes ali
  5. é uma fonte de energia
  6. as pessoas com quem eu colaboro no dia a dia estão lá
  7. preciso ir para algum lugar

Mas…

  1. se você tem um laptop, você já tem a máquina com você
  2. se você trabalha com teclado e mouse, as suas ferramentas de trabalho estão no seu laptop, não no escritório
  3. os chefes conseguem controlar sua produtividade virtualmente
  4. quantas reuniões são de fato importantes? o que aconteceria se você não fosse a algumas?
  5. você pode trocar energia com pessoas que não trabalham na mesma empresa que você
  6. das 100 pessoas do seu escritório, com quantas você efetivamente colabora diariamente?
  7. Então, vá para algum lugar, mas não precisa ser seu escritório!

Se estivéssemos começando este esquema de escritórios hoje em dia, seria inconcebível pagar pelas infraestruturas que temos. Acredito que em dez anos, o seriado “The Office” será visto como uma realidade de outra época, muito antiquado.

Quando você precisar fazer uma reunião, faça.
Quando  você precisar colaborar, colabore.
No resto do tempo, trabalhe, onde você quiser.
O ganho  em velocidade, produtividade e felicidade é gigante.

O que falta é o item 7 da lista acima: algum lugar para ir trabalhar. Quando alguém resolver este problema, o modelo de escritório convencional morrerá.

livre tradução do texto original em inglês.

É, Mr. Seth Godin, pelo jeito você ainda não conhece o conceito dos espaços de coworking.
Venha tomar uma caipirinha conosco aqui na sua próxima vinda ao Brasil e conheça o item 7 da sua lista.

bandeja

Enquanto não estou aqui no Pto, estou na USP fazendo mestrado. E, nesses dias, aproveito para comer no bandejão. Há quem não goste e, claro, não dá para ir lá todos os dias, mas esse restaurante guarda um quesito único que muitos outros com mais estrelas não tem: o poder de ‘fazer junto’.
Todas aquelas pessoas esperando na fila, imaginando “o que de bom será que vai ter hoje”, qual será a sobremesa, e, mais importante, se hoje pelamordedeus não vai ter peixe, tudo isso traz um clima todo especial para o ato de almoçar. Pensemos numa outra situação bem conhecida para entender o que quero dizer: quando a gente está em casa sábado à noite, deprimido e pensando que todo mundo está saindo, indo para a balada ou se deliciando em calientes encontros amorosos, nos sentimos os piores dos animaizinhos. Seria diferente se não tivesse quase toda a certeza ou sensação de que nem todo mundo está realmente fazendo isso – e que muita gente passa por isso de vez em quando.
Compartilhar sentimentos, necessidades, expectativas e surpresas: tudo isso, afinal, é necessário para nós e nossos humores/sensações diários. E é isso que a gente encontra no bandejão: um monte de gente comendo junto, e compartilhando as alegrias (ou tristezas, às vezes, hehehe), do ato de se alimentar. O mesmo, é claro, acontece em muitos outros atos que a gente faz junto. Dentre eles, é lógico, o de co-trabalhar. Sair de casa, encontrar tanta gente com tantas idéias ou aflições quanto você é um pique a mais para plugar sua tomada na parede e começar a produzir. São energias que a gente só consegue gerar quando está junto de mais gente. Sinta o cheirinho do empreendedorismo e, bom apetite, coworker!

Renato Figueiredo é mestrando na ECA-USP e no Pto de Contato é conhecido como "att, a gerência" :D 

Evento Microsoft Office®

Amigos do Pto de Contato,

No dia 15.05.10 (Sábado),

o Pto de Contato e a MICROSOFT

vão promover aqui no Pto uma sessão de

“dicas e truques para otimizar o uso

do pacote Office”.

Aprenda segredos que vão muito

além do CTRL C + CTRL V

e saiba como usar mais rápido e de um modo

mais proveitoso WORD,

POWERPOINT, EXCEL, OUTLOOK e o

prático ONE NOTE.

COMO IR ALÉM DO CTRL C + CTRL V

@ PTO DE CONTATO

15.05.10

Sábado

10h às 13h

R. Fradique Coutinho, 137 – 3º. Andar

Pinheiros

(Próx à Rua dos Pinheiros)

3063  20 49

EVENTO GRATUITO

FAÇA SUA INSCRIÇÃO

pelo email:

renato@ptodecontato.com.br

Evento Microsoft Office no Pto de Contato

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newton7

Durante o mês de março, aconteceu a Conferência Internacional de Cidades Inovadoras (#2010CICI), em Curitiba. Muitos palestrantes chamaram a minha atenção para o evento: Pierre Levy, Jaime Lerner, Augusto de Franco… Mas quando avistei o nome de Steven Johnson no meio da intensa programação, automaticamente meu dedo clicou em “fazer minha inscrição.

(Para quem não conhece, vale a pena pesquisar sobre Steven Johnson e suas teses pós-modernas. Recomendo fortemente seu livro “Emergência”)

Um dos temas abordados por Johnson em sua palestra foi: “ideias: como surgem? de onde vem? como desenvolvê-las?”

Hoje em dia, muito se fala em inovações e ideias inovadoras, parece que todo mundo quer ter ideias o tempo todo para ser considerado um criativo, um inovador e até um empreendedor.

Como publicitária, participei de muitos brainstormings, onde vários criativos se fechavam em uma sala e tinham que conversar, metaforizar e “viajar na maionese”, e só sair de lá quando ideias geniais surgissem.

Cansei dessa vida, então fugi do mundo publicitário e, por consequência, das reuniões de brainstorming. Tentei me “curar” numa clínica chamada empreendedorismo.

Tudo estava indo muito bem, pois eu tinha UMA ideia que funcionava bem. Logo, percebi que aquela ideia demandava novas ideias e que a cada dia eu precisava inovar para o negócio não estagnar. E, mais grave, percebi que as pessoas esperam muitas novas ideias de um empreendedor, parece que quando paramos de ter ideias, deixamos de empreender.

Bom, já devem ter se identificado com algumas dessas situações, certo? Então voltemos à palestra do Steven Johnson.

Ele tentou desmitificar a genialidade e rapidez das ideias. Vejamos alguns conceitos-chave citados por Johnson sobre como ter boas ideias:

IDEIAS SÃO UMA REDE - Quando você tem uma ideia, acontece um novo tipo de configuração na sua cabeça. Ideias vêm de redes: rede de neurônios, rede de acontecimentos, rede de pensamentos, rede de sonhos e até rede de pessoas. Uma ideia nunca é um fato isolado.

DICA LENTA E INTUIÇÃO – A maçã de Newton ou Eureka! de Arquimedes são lendas, são contos, podem ser até piadas. Não acreditem nestas epifanias geniais. Ninguém tem uma ideia mágica assim em um minuto, todas grandes e importantes ideias foram geradas depois de muito tempo, muito estudo e muita dedicação. Johnson chama isso de “dica lenta”: nossa cabeça deve digerir todas as dicas que passam por ela ao longo dos dias, lentamente. Devemos aprender a criar ambientes onde estas “dicas” possam florescer, conversar com pessoas que possam jogar mais adubo nessas “dicas” e assim ir formando a ideia dentro da nossa cabeça.

SERENDIPIDADE – Há muitos anos, este termo designava ideias surgidas ao acaso, descobertas fortuitas, como os casos de Newton ou Arquimedes. Hoje, este termo difícil e mais comumente usado em inglês – serendipity – fala de situações e ambientes propícios para a geração de ideias, já que sabemos que o acaso não é suficiente. Johnson cita como fator-chave de sucesso as pessoas (muitas delas). Quanto mais gente envolvida em uma mesma ideia, mais rica e assertiva ela será. Na ultima década, usamos muito uma palavra que resume bem isso: colaboração.

EXAPTAÇÃO – Este termo vem da evolução biológica dos seres. Depois, este termo foi transferido para o significado de qualquer ferramenta que é utilizada para uma outra função que não era sua função primária. Na web, temos milhões de exemplos desses: todas as comunidades virtuais, os e-commerces e os games são exemplos de exaptação do mundo offline para o online. Segundo Johnson, a melhor forma de incentivar a exaptação das ideias é juntar sempre o maior número de pessoas de áreas diversas e pesquisar nos mais variados campos, não se restringir à sua área de atuação. Aqui, ele enfatiza o poder dos ambientes multidisciplinares.

RECICLAGEM – Dando sequência ao conceito anterior, Steven disserta sobre a reciclagem de ideias: “espaços devem ser reciclados, devemos repensar constantemente o ambiente à nossa volta. Ideias são automaticamente reutilizadas quando se juntam novas pessoas a pensá-las. Informações vem do compartilhamento.”

Well well, Mr Johnson, tudo isso é muito bonito na teoria. Agora vamos exercitar estes conceitos da próxima vez que precisarmos ter uma grande ideia e ver se realmente funciona.

Estou aqui, para trocar ideias com quem quiser.

texto de Fernanda Nudelman Trugilho, originalmente publicado na ResultsOn

Olá, coWorkers!

Gostaríamos de convidá-los a participar do curso de Autocoaching,

que ocorrerá aqui no Pto de Contato.

O palestrante Marcos Rezende irá realizar esse curso em várias cidades,

e nos dias 10 e 11 de Abril é a vez de São Paulo.

O curso tem carga horária total de 14 horas, e acontecerá no

Sábado (10/04) e Domingo (11/04)

das 9 horas às 17 horas.

Você sabe o que é Autocoaching?

É uma forma de você mesmo entender o que busca na vida profissional e pessoal,

e aprender a traçar metas e meios para alcançá-las.

Saiba mais na página criada do curso:

http://www.insistimento.com.br/cursos/

Inscrições pelo e-mail:

pto@ptodecontato.com.br

Vídeo explicativo do Curso de Autocoaching

Flyer Curso

Flyer Curso

Caros coworkers,

Gostaríamos de convidá-los para as palestras:

“Coaching para Pequenos Empresários”
25.03.10 – Quinta Feira, 19h30

e

“Controle Financeiro, Por Onde Começar?”.
08.04.10 – Quinta Feira, 19h30 (ERRATA: data correta do curso 08.04.10! ;)

Venha aprender na prática como lidar
melhor com os impasses dos primeiros anos
do empreendedorismo.
E depois tire suas dúvidas
sobre uma das partes mais
difíceis da vida empreendedora: as finanças.

Aproveite, lógico, para fazer seu networking!

As palestras serão gratuitas, e realizadas aqui no espaço do Pto de Contato
(R. Fradique Coutinho, 137. 3º. Andar. Pinheiros).

Confirme sua presença pelo email: renato@ptodecontato.com.br
Vagas limitadas!

CARTAZ PALESTRA COACHING E CONTR FINANCEIRO

Segundo encontro Sebrae no Pto.

Segundo encontro Sebrae no Pto.

É fácil falar em vender pães, carnes e pequenos serviços. Mas, e quando o negócio que você tem é inovador, ainda não existem muitos dados e estatísticas sobre ele e, muitas vezes, não há nem benchmark para seguir? São por situações como essa que muitos empreendedores e coworkers passam a cada dia – especialmente aqueles ligados às novas tecnologias.

Foi para tentar se aproximar mais desse público – que é chamado por aí de “Geração Y” – que o SEBRAE esteve presente aqui no Pto de Contato. A fim de entender quais são as necessidades dos empreendedores dessa Geração Y, eles fizeram uma entrevista com alguns de nossos coworkers. A ideia era levantar as principais dúvidas e dificuldades que enfrentavam enquanto montavam e iniciavam suas operações, para que a instituição pudesse também se aproximar desse público. Hoje, eles voltaram com uma compilação de tudo o que eles ouviram e, o mais importante, com algumas dicas. Vamos passar um pouquinho do clima “coworking” que rolou aqui hoje.

TAPETE VERMELHO

Quem trabalha com a venda de serviços pode não encontrar tanta força na publicidade, no design e em outros atributos quanto no boca a boca. Isso não é desculpa para não cuidar de seu site e apresentação, mas a venda de serviços costuma ter um enorme diferencial quando tem o que conhecemos como Q.I: Quem Indica. Isso não pesa tanto na maior parte dos casos em que tratamos da venda de produtos comuns. “Temos aprendido na nossa empresa que, quando somos indicados por alguém em nossa rede de contatos, somos recebidos no possível cliente com TAPETE VERMELHO”, diz um de nossos coworkers. O segredo está, realmente, em você conseguir expandir essa rede de contatos de uma forma conveniente, e que respeite o limite entre aquele cara chato que vive querendo fazer propaganda de seus negócios, ou daquelas relações que são construídas organicamente – e de maneira mais sólida. “Trocar cartão de visitas não é formar rede”, afirma Renato Fonseca (http://conselheirocriativo.blogspot.com/) , consultor do Sebrae (e também autor da frase-pergunta que entitula esse post). “O empreendedor deve analisar as redes de mundo real em que está inserido para poder se dar bem”, completa .

TORNAR VISÍVEL SEU DESTINO

Outra coisa que é um grande desafio para o novo empreendedor é o famigerado Plano de Negócios. Há quem contrate terceiros para elaborar esse documento que pode levar meses para ficar pronto – mas há também quem discorde disso, já que o intuito do Plano é o de justamente fazer o empreendedor enxergar melhor os desafios que tem pela frente. O empreendedor deve ser capaz de “mensurar sua visão”, atenta Renato. E é essa meta que deve ser levada pela frente quando falamos da elaboração do plano: ENXERGAR. Para poder organizar com mais clareza suas ações cotidianas, o empreendedor precisa ser capaz de VISUALIZAR suas metas ao longo do ano e de sua operação. “Mas, como eu vou saber quanto vou vender no primeiro mês?”, é a pergunta que sempre é feita por nós, novos empreendedores. O segredo é saber colocar no papel as respostas sólidas mais óbvias que vêm a nossa cabeça. Mesmo que pareça ainda irreal, vai te ajudar a traçar um norte para os negócios. A Fê, fundadora do espaço ‘pto de contato’, lembra que, por isso mesmo, é muito mais comum que as pequenas empresas revejam suas metas frequentemente ao longo do ano. Ela tem razão, mas a galera não deixa de lembrar que mesmo as grandes empresas com seus acurados departamentos de planejamento financeiro também precisam reajustar, trimestralmente às vezes, suas metas e estimativas para o ano. Sejam oscilações de cenário macro-econômico (política, dólar, etc), sejam mudanças que vieram da sua vivência em sua micro-empresa: tudo pode alterar as metas, mas nem por isso devemos navegar sem elas. “Devemos traçar metas financeiras possíveis, mas que nem por isso deixem de ser desafiadoras”, afirma Renato.

COLABORAÇÃO E COWORKING

Para completar o espírito de coworking, nossa reunião também contou com a abertura, discussão e exposição, por parte dos consultores do Sebrae, sobre algumas das ações estratégicas que eles iriam tomar para poder se aproximar – e atender melhor – às necessidades de pessoas/empreendedores como nós. Falou-se que a imagem do órgão sempre esteve muito associada ao pequeno empreendedor, vendedor de produtos como pães ou pequenos serviços, como mecânica – e isso era necessário mudar. Eles compartilharam conosco a idéia de que o Sebrae deveria ter um apelo mais business, e se posicionar como fonte de informação também, para serviços tecnológicos e inovadores. Nessa “metodologia de aproximação” que eles estão desenvolvendo, eles incluem também a utilização de uma linguagem mais “próxima” e cativante, do que aquela que ultimamente é utilizada.

Se você, leitor, tem seu toque para deixar aqui, e quer também expor quais são suas principais dificuldades ao abrir, gerir e desenvolver negócios inovadores, fica aqui aberto seu canal de contato!

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